Recurso
Diretrizes práticas e visuais para a criação de materiais didáticos e sistemas interativos flexíveis, legíveis e multissensoriais.
Recomendação
É recomendável proporcionar a todo(a) estudante, inclusive aquele(a) com deficiência visual, experiências de aprendizagem variadas, com recursos que estimulem, além da visão, a audição, tato, olfato e paladar, para relação alternativa com o conteúdo e relação alternativa entre teoria e prática com autonomia.
Responsabilidade
Todo(a) professor(a) e tutor(a).
- Professor(a)
- Tutor(a)
Oportunidade
Todo(a) professor(a) e tutor(a) tem a oportunidade de estimular diferentes sentidos e proporcionar uma experiência de aprendizado multissensorial na apresentação de tarefa, atividade ou interação, por meio de sons, aromas, texturas e, até mesmo, degustações relacionadas ao tema da aula.
Aplicabilidade
Fazer
Planejar aulas que complementem o conteúdo visual ou expositivo com elementos físicos de toque ativo (como modelos 3D, mapas com texturas em EVA, ou pranchas táteis) e pistas sonoras envolventes.
Não fazer
Restringir o método de ensino apenas ao quadro branco ou à projeção de slides silenciosos, isolando o estudante com deficiência visual da experimentação empírica e imersiva do conteúdo abordado.
Exemplos
O plano de aula inclui representações sonoras (áudio/podcast) ou indicadores como “Acompanhe com a maquete tátil 3D entregue na mesa”. Essa abordagem multissensorial preenche a lacuna deixada pela falta de visão, garantindo total inclusão no tópico ensinado.
Depender exclusivamente de observação passiva (ex.: “Observe atentamente a cor das reações no vídeo”). Essa restrição apena quem possui deficiência visual e subutiliza os demais sentidos (como audição e olfato) no processo pedagógico.