Menu Idioma atual: Português. Mudar para English.
Idioma atual: Português. Mudar para English.

Metodologia

A metodologia foi baseada em uma dissertação de mestrado sobre o desenvolvimento de heurísticas no contexto da educação (Silva, 2017) e dividida em quatro estágios: exploração, análise, síntese e verificação.

O estágio de análise visa agrupar as heurísticas existentes em categorias relevantes à proposta (Silva, 2017). Os resultados preliminares constam a seguir.

Análise qualitativa de conteúdo

De modo a cumprir o que foi proposto no estágio de análise, buscou-se analisar qualitativamente as heurísticas oriundas de conjuntos existentes. O resultado desse estágio é apresentado em um quadro sistemático disponível a seguir, no qual foram avaliados integralmente 30 conjuntos de heurísticas.

Conforme apresentado na metodologia, houve uma preocupação com a definição das categorias que representariam as heurísticas analisadas, deste modo: 1) "faz muito sentido"; 2) "pouco sentido"; 3) "nenhum sentido" para o trabalho. Por essas razões, o processo de definição de categorias e de categorização das heurísticas analisadas, adotado nesse estágio, se inspirou em um esquema de cores, uma vez que as cores conferem ênfase, clareza e organizam a informação de maneira visual (Menezes, 2017). As cores selecionadas foram verde para "faz muito sentido", amarelo para "pouco sentido" e vermelho para "nenhum sentido".

O Quadro 9 — Análise qualitativa do conteúdo retoma exatamente a mesma listagem dos 30 conjuntos de heurísticas apresentada no Quadro 8 (aba Exploração), agora submetida ao processo de categorização por níveis de pertinência ao projeto. Para não repetir a listagem, remetemos ao Quadro 8.

O Quadro 9, "Análise qualitativa do conteúdo", repete a listagem dos 30 conjuntos de heurísticas analisados (Autores, Ano e Heurísticas detalhadas), demonstrando o escopo do material que foi submetido ao processo de avaliação por níveis de pertinência ao projeto, classificando-os de acordo com a sua relevância temática e prática para a pesquisa.

Agrupamento por similaridade

No início do processo, não estava claro quais categorias seriam usadas para agrupar as heurísticas, entretanto, a estrutura de um mapa mental foi se revelando ao longo do processo, com base em um julgamento minucioso das heurísticas analisadas. Embora o processo não tenha sido linear, ao final da análise foi possível observar que as categorias definidas surgiram essencialmente de duas formas.

A primeira considerou nove temáticas que se repetem, sendo elas "feedback", "estudantes", "comunicação professor-estudante", "tutoria", "equidade", "conteúdo", "material", "usabilidade" e "replicabilidade". Esse processo resultou na segunda categoria, em que surgiram duas novas dimensões intituladas "material" e "comunicação", que agruparam as nove temáticas anteriores.

Uma característica notável do processo de categorização foi a inconsistência de padrão identificada nos conjuntos analisados. Algumas heurísticas, pertencentes ao mesmo conjunto, precisaram ser divididas e associadas a mais de uma categoria. No entanto, houve situações em que uma única categoria agrupou várias heurísticas do mesmo conjunto.

Por fim, como previsto, algumas recomendações analisadas não estavam totalmente alinhadas com a temática e, por isso, foram retiradas da categorização. Nesse sentido, apenas os conjuntos de Sidney Smith e Jane Mosier (1986), Ben Shneiderman (1986), Donald Norman (1988), Soren Lauessen e Houman Younessi (1988), Jakob Nielsen e Rolf Molich (1990), Jan Dul e Bernard Weerdmeester (1991), Alan Dix (1993), Christien Bastien e Dominique Scapin (1993), Jeffrey Liker e Ann Majchrzak (1994), Preece et al. (1994), Apple Computer, Inc. (1995/2014), Gregg Vanderheiden (1997), Theo Mandel (1997), Patrick Jordan (1998), ISO 9241:10 (1998), Neto et. al. (2000), Simone Diniz Junqueira Barbosa (2002), Lari Karkkainen e Jari Laarni (2002), Kent Norman (2003), Bruce Tognazzini (2003), Brigitte Borja de Mozota (2003), Elisabeth Fátima Torres Doutora e Alberto Angel Mazzoni (2004), Jeniffer Ferreira (2005), Tuncer Oren e Levent Yilmaz (2005), Chorianopoulos (2008), Pinelle et. al. (2008), Walter Cybis (2010), Frederick van Amstel e Paulo Jorge Sousa (2012) e Neema Moraveji e Charlton Soesanto (2012) possuíam heurísticas que se adequaram integralmente ao escopo desse trabalho.

Recursos assistivos

Ajustes aplicados imediatamente e guardados neste navegador.

Texto

Tamanho do texto

Cor e tema

Tema
Modo de cor

Leitura e navegação

Enviar feedback

Colabore com o RARE

É por aqui que respondemos ao seu contato.

Universidade, escola, núcleo de acessibilidade, área de atuação — o que ajudar a situar sua proposta.

Como você gostaria de colaborar (opcional — marque quantas quiser)

Descreva como gostaria de participar e o que traz para o projeto. Não inclua dados pessoais sensíveis.

Os dados enviados são usados somente para avaliar e responder à sua proposta de colaboração, conforme a Política de Privacidade.